Avaliação docente pelo DR 2/2008 – Burocrático, altamente subjectivo, dependente de quotas e com aquele toque demagógico-pedagógio próprio dos apologistas das “ciências da educação”. Um mimo que nenhum “simplex” consegue salvar.
O estatuto da carreira docente – Aprovado em 19 Janeiro de 2007, um pouco com a conivência de todos nós, professores e que dividiu a carreira de forma arbitrária com a única intenção de criar hierarquias e preparar terreno para as restantes “reformas” que aí viriam.
Estatuto do aluno – Uma autêntica pérola de facilitismo e desresponsabilização para os alunos… e mais um elemento de desautorização para os professores.
Novo modelo de gestão escolar – O extermínio programado da gestão democrática e colegial nas escolas.
E por fim, os novos concursos de professores – A precaridade anunciada para todos os professores, independentemente do tempo de serviço. Passam a ser quadrianuais. Diz o ministério que é para “consolidar e estabilizar” o corpo docente. Será que tem a ver com o facto de que é muito mais barato fazer um concurso a cada 4 anos do que a cada 3, para não falar num concurso anual, que era o que deveria acontecer…








