Gripe A: Pior a vacina que a doença?

Posted: 16/10/2009 in Campanhas negras, Políticas de Saúde

©ProtestoGráfico

Vacina para a Gripe A: O exagero, o alarmismo, o negócio…

Cada um fará como entender mas é sintomático que a maioria dos próprios médicos e enfermeiros não a queira tomar, apesar de pertencerem a grupos de risco.

E depois há as suspeitas de um esquema apressado e pouco estudado de desenvolvimento e comercialização da vacina e fortes suspeitas sobre os efeitos secundários provocados. E há também, individualidades a defender a sua dama e a recomendar despudoradamente a dita vacinação a grávidas e crianças…Ora, numa situação destas, o que um indivíduo com responsabilidades na área da saúde deveria fazer era esclarecer com verdade, informar a opinião pública à luz daquilo que se sabe, referir quais os prós e os contras conhecidos e admitir o que não se sabe ainda quer sobre a gripe e a sua real gravidade quer sobre a vacina e a sua também real perigosidade, deixando a decisão à consciência de cada um. Não se pode dizer que uma vacina é segura só porque ainda não foram feitos estudos que provem o contrário, sobretudo quando a mesma contém substâncias que se sabe serem tóxicas mas cujos efeitos se sentem sobretudo no longo prazo.

Sobre o assunto, convém ler este texto de Teresa Forcades i Vila, monja beneditina do Convento de Montserrat em Barcelona, médica especialista em Medicina Interna e doutorada em Saúde Pública:

Dados científicos

Os dois primeiros casos conhecidos da nova gripe (vírus A/H1N1, estirpe S-OIV) diagnosticaram-se na Califórnia (EUA) no dia 17 de Abril de 2009 [1].

A nova gripe não é nova por ser do tipo A, nem tampouco por ser do subtipo H1N1: a epidemia de gripe de 1918 foi do tipo A/H1N1 e desde 1977 os vírus A/H1N1 fazem parte da época da gripe anual [2]; a única coisa que é nova é a estirpe S-OIV [3] [4].

Cerca de 33% das pessoas maiores de 60 anos parecem ter imunidade a este tipo de vírus da nova gripe [5].

Desde o seu início até 15 de Setembro de 2009, morreram com esta gripe 137 pessoas na Europa e 3.559 em todo o mundo [6]; há que ter em atenção que anualmente morrem na Europa entre 40.000 e 220.000 pessoas devido à gripe [7].

Como já disseram publicamente reconhecidos profissionais de saúde – entre eles o Dr. Bernard Debré (membro do Conselho Nacional de Ética em França) e o Dr. Juan José Rodriguez Sendin (presidente da Associação de Colégios Médicos do Estado espanhol) -, os dados desta temporada, pela qual já passaram os países do hemisfério Sul, demonstram que a taxa de mortalidade e de complicações da nova gripe é inferior à da gripe anual [8].

Irregularidades que têm de ser explicadas

Em finais de Janeiro de 2009, a filial austríaca da empresa farmacêutica norte-americana Baxter distribuiu a 16 laboratórios da Áustria, Alemanha, República Checa e Eslovénia, 72 kg de material para preparar vacinas contra o vírus da gripe anual; as vacinas tinham de ser administradas à população destes países durante os meses de Fevereiro e Março; antes que qualquer destas vacinas fosse administrada, um técnico de laboratório da empresa BioTest da República Checa decidiu, por sua conta, experimentar as vacinas em furões, que são os animais que desde 1918 são utilizados para estudar as vacinas para a gripe; todos os furões vacinados morreram.

Investigou-se então em que consistia exactamente o material enviado pela casa Baxter e descobriu-se que continha vírus vivos da gripe das aves (vírus A/H5N1) combinados com vírus vivos da gripe anual (vírus A/H3N2). Se esta contaminação não tivesse sido descoberta a tempo, a pandemia que, sem base real, as autoridades sanitárias globais (OMS) e nacionais estão a anunciar, seria agora uma espantosa realidade; esta combinação de vírus vivos pode ser particularmente letal porque combina um vírus vivo com cerca de 60% de mortalidade mas pouco contagioso (o vírus da gripe das aves) com um outro que tem uma mortalidade muito baixa mas com uma grande capacidade de contágio (o vírus da gripe sazonal) [9].

Em 29 de Abril de 2009, quando apenas tinham passado 12 dias sobre a detecção dos dois primeiros casos da nova gripe, a Drª Margaret Chan, directora-geral da OMS, declarou que o nível de alerta por perigo de pandemia se encontrava na fase 5 e mandou que todos os governos dos Estados membros da OMS activassem planos de emergência e de alerta sanitária máxima; um mês mais tarde, 11 de Junho de 2009, a Drª Chan declarou que no mundo já tínhamos uma pandemia (fase 6) causada pelo vírus A/H1N1 S-OIV [10]. Como pode fazer tal declaração quando, de acordo com os dados científicos expostos acima, a nova gripe é uma realidade mais benigna que a gripe sazonal e, além disso, não é um vírus novo e ao qual parte da humanidade está imune?

Pôde declará-lo porque no mês de Maio a OMS tinha alterado a definição de pandemia: antes de Maio de 2009 para poder ser declarada uma pandemia era necessário que por causa de um agente infeccioso morresse uma proporção significativa da população. Esta exigência – que é a única que dá sentido à noção clínica de pandemia e às medidas políticas que lhe estão associadas – foi eliminada da definição adoptada no mês de Maio de 2009 [11], depois dos EUA se terem declarado em «estado de emergência sanitária nacional», quando em todo o país havia apenas 20 pessoas infectadas com a nova gripe, e nenhuma delas tinha morrido [12].

Consequências políticas da declaração de «pandemia»

No contexto de uma pandemia é possível declarar a vacinação obrigatória para determinados grupos de pessoas ou, inclusivamente, para o conjunto dos cidadãos [13].

O que é que pode acontecer a uma pessoa que decida não se vacinar? Enquanto a vacinação não for declarada obrigatória não lhe pode acontecer nada; mas se chegasse a declarar-se a vacinação obrigatória, o Estado tem a obrigação de fazer cumprir a lei impondo multa ou prisão (no estado de Massachussetts dos EUA a multa para estes caso pode chegar a 1.000 dólares por cada dia que passe sem o prevaricador se vacinar) [14].

Perante isto, há quem possa pensar: se me obrigam, vacino-me e já está, a vacina é mais ou menos como a sazonal, também não há para todos…

É preciso que se saiba que há três novidades que fazem com que a vacina da nova gripe seja diferente da vacina da gripe anual: a primeira é que a maioria dos laboratórios estão a desenhar a vacina de forma que uma só injecção não seja suficiente e sejam necessárias duas; a OMS recomenda também que não se deixe de administrar a da gripe sazonal; quem seguir estas recomendações da OMS expõe-se a ser infectado três vezes e isto é uma novidade que, teoricamente, multiplica por três os possíveis efeitos secundários, embora na realidade ninguém saiba que efeitos pode causar, pois nunca antes se fez assim. A segunda novidade é que alguns dos laboratórios responsáveis pela vacina decidiram adicionar-lhe coadjuvantes mais potentes que os utilizados até agora nas vacinas anuais. Os coadjuvantes são substâncias que se adicionam às vacinas para estimular o sistema imunitário. A vacina da nova gripe que está a ser fabricada pelo laboratório Glaxo-Smith-Kline, por exemplo, contém um coadjuvante, AS03, uma combinação que multiplica por dez a resposta imunitária. O problema é que ninguém pode assegurar que este estímulo artificial do sistema imunitário não provoque, passado algum tempo, doenças auto-imunitárias graves, como a paralisia crescente de Guillain-Barré [15]. E a terceira novidade que distingue a vacina para a nova gripe da vacina anual, é que as companhias farmacêuticas que a fabricam estão a exigir que os Estados assinem acordos que lhes garantam a impunidade no caso das vacinas terem mais efeitos secundários que os previstos (por exemplo prevê-se que a paralisia Guillain-Barré venha a afectar 10 pessoas por cada milhão de vacinados); os EUA já assinaram estes acordos que garantem, tanto às farmacêuticas como aos políticos, a retirada de responsabilidade pelos possíveis efeitos secundários da vacina [16].

Uma reflexão

Se o envio de material contaminado fabricado pela Baxter não tivesse sido casualmente descoberto em Janeiro passado, efectivamente, ter-se-ia dado a gravíssima pandemia potencialmente causadora da morte de milhões de pessoas que alguns andam a anunciar. É inexplicável a falta de ressonância política e mediática do que aconteceu em Fevereiro no laboratório checo. Ainda mais inexplicável o grau de irresponsabilidade demonstrado pela OMS, pelos governos, pelas agências de controlo e prevenção de doenças ao declarar uma pandemia e promover um nível de alerta sanitário máximo sem uma base real. É irresponsável e inexplicável até extremos inconcebíveis o bilionário investimento saído do erário público destinado ao fabrico milhões e milhões de doses de vacina contra uma pandemia inexistente, ao mesmo tempo que não há dinheiro suficiente para ajudar milhões de pessoas (mais de 5 milhões só nos EUA) que por causa da crise perderam o seu trabalho e a sua casa.

Enquanto não forem clarificados estes factos, o risco de este Inverno serem distribuídas vacinas contaminadas e o risco de poderem ser adoptadas medidas legais coercivas para forçar a vacinação, são riscos reais que em caso algum podem ser desvalorizados.

No caso da gripe continuar tão benigna como até agora, não faz qualquer sentido a exposição ao risco de receber uma vacina contaminada ou o de sofrer uma paralisia Guillain-Barré.

No caso de a gripe se agravar de forma inesperada, como já há meses anunciam sem qualquer base científica um número surpreendente de altos dirigentes – entre eles a Directora-Geral da OMS -, e repentinamente, começarem a morrer muito mais pessoas do que é habitual, ainda terá menos sentido deixar-se pressionar para ser vacinado, porque uma surpresa assim só poderá significar duas coisas:

1. Que o vírus da gripe A que agora circula sofreu uma mutação;
2. Que está em circulação outro (ou outros) vírus.

Em qualquer dos casos a vacina que se está a preparar agora não serviria para nada e, tendo em conta o que aconteceu em Janeiro passado com a Baxter, podia ser, inclusivamente, que servisse de veículo de transmissão da doença.

Uma proposta

A minha proposta é clara:

Além de manter a calma, tomar precauções sensatas para evitar o contágio e não se deixar vacinar, coisa que já se propõem muitas pessoas com senso comum no nosso país [Espanha].

Apelo a que se active com carácter de urgência os mecanismos legais e de participação cidadã necessários para assegurar de forma rotunda que no nosso país não se poderá forçar ninguém a vacinar-se contra a sua vontade, e que os que decidirem livremente vacinar-se não serão privados do direito de exigir responsabilidades nem do direito de serem economicamente compensados (eles ou os seus familiares), no caso de a vacina lhes causar uma doença grave ou a morte.

Entrevista vídeo a Teresa Forcades i Vila:

BELL TOLLING for the Swine Flu (CAMPANAS por la gripe A) subtitled from ALISH on Vimeo.

Notas:
[1] Zimmer SM, Burke, DS. Historical Perspective: Emergence of Influenza A (H1N1) viruses. NEJM, Julio 16, 2009. p. 279
[2] ‘The reemergence was probably an accidental release from a laboratory source in the setting of waning population immunity to H1 and N1 antigens’, Zimmer, Burke, op. cit., p. 282
[3] Zimmer, Bunker, op. cit., p. 279
[4] Doshi, Peter. Calibrated response to emerging infections. BMJ 2009;339:b3471
[5] US Centers for Disease Control and Prevention. Serum cross-reactive antibody response to a novel influenza A (H1N1) virus after vaccination with seasonal influenza vaccine. MMWR 2009; 58: 521-4.
[6] Dados oficiais do Centro Europeu para o controlo e prevenção de doenças (www.ecdc.europa.eu).
[7] Dados oficiais do Centro Europeu para o controlo e prevenção de doenças (www.ecdc.europa.eu)
[8] Cf. Le Journal du Dimanche (25 juliol ’09): Debré: ‘Cette grippe n’est pas dangereuse’; cf. La Razón (4 septiembre ’09): Rodríguez Sendín: Cordura frente el alarmismo en la prevención de la gripe A
[9] Cf. Virus mix-up by lab could have resulted in pandemic. The Times of India, sección de ciencia, 6 marzo 2009.
[10] http://www.who.int/mediacentre/news/statements/2009
[11] Cohen E. When a pandemic isn’t a pandemic. CNN, 4 de mayo ’09.http://edition.cnn.com/2009/HEALTH/05/04/swine.flu.pandemic/index.html
[12] Doshi Peter Calibrated response to emerging infections VMJ 2009;339:b3471
[13] Falkiner, Keith. Get the rushed flu jab or be jailed. Irish Star Sunday, 13 septiembre ’09.
[14] Senate Bill n. 2028: An act relative to pandemic and disaster preparation and response in the commonwealth. 4 agosto ’09. Cf. Moore, RT. Critics rage as state prepares for flu pandemic. 11 septiembre ’09. WBUR Boston.
[15] Cf. Vaccination H1N1: méfiance des infirmières. www.syndicat-infirmier.com/Vaccination-H1N1-mefiance-des.htlm
[16] Stobbe, Mark. Legal immunity set for swine flu vaccine makers. Associated Press, 17 Julio ’09.

Texto publicado no sítio da Coordenadora Antiprivatização de Saúde Pública, Madrid, (www.casmadrid.org), em Setembro de 2009.

É interessante ler também a entrevista publicada no elperiodico.com em 13 de Setembro e transcrita do blogue Conversas Vadias, realizada ao Prof. J. R. Laporte, Catedrático de Farmacologia na Universidade Autónoma de Barcelona, Chefe de Serviço de Farmacologia do Hospital Vall’ Hebron em Barcelona. Dirige o Instituto Catalão de Farmacologia, que é um dos centros colaboradores da Organização Mundial de Saúde (OMS).

“– A Conselheira da Saúde [ministra da província de Barcelona] disse que é provável que não tenhamos vacina para o Inverno.

– Não vamos mesmo ter vacina. De momento não há vacina. Arranjaram um nó cego impressionante.

E se houvesse vacina, o Senhor ir-se-ia vacinar?

– Não. Em princípio não tenho intenção de me vacinar, embora ao pessoal de saúde se recomende a vacina. Se me chegarem dados convincentes de ensaios clínicos que indiquem que a vacina é realmente protectora, então pensarei no assunto.

Também o faria no caso, muito improvável, de que a epidemia fosse gravíssima. Mas os dados que nos chegam da Austrália, onde ainda é Inverno, indicam o contrário.

A vacina que está a ser preparada não lhe inspira confiança?

– Não tenho provas de que não se esteja a trabalhar bem. Normalmente as vacinas contra a gripe elaboram-se com uma certa rapidez porque existe uma base prévia comum às vacinas anteriores. Mas esta vacina nova é um pouco diferente, por causa da origem porcina do vírus A/H1N1. As bases de conhecimento de que dispomos são inferiores. Os ensaios que vão ser feitos medem as quantidades de anticorpos que a vacina gera nas pessoas, medem a resposta imunitária, mas não medem o grau de protecção que a comunidade vacinada terá perante o vírus. Isso só se saberá quando a vacina seja administrada a milhões de pessoas.

– Acha que foi precipitado o anúncio de que iria haver uma vacina?

– Tudo isto faz parte da maneira de funcionar dos políticos que necessitam de transmitir aos cidadãos a mensagem de que: “Está tudo sob controle. Estou a trabalhar no assunto. Não se preocupem. Estamos a fazer tudo o possível.” Além disso, a Ministra da Saúde mostrou o seu desejo de protagonismo.

– É incorrecto transmitir calma?

–Não. Mas se lhes perguntarem como é que têm tudo sob controle, respondem que é porque pagaram 300 milhões de euros a este e àquele laboratório para que nos vendam vacinas da Gripe A, ou que compraram ainda mais antivírico Tamiflu, além do muito que já tínhamos. Isto é, fizeram uma série de coisas em que não existe forma de demonstrar que sirvam para alguma coisa.

– E o que é que deveriam ter feito?

– A mim parece-me muito mais sensato que se quiserem dizer alguma coisa tranquilizadora (porque acham que devem), o digam, mas que acrescentem que, sobretudo, o que se está a fazer é investigar. Perante uma doença provocada por um vírus desconhecido, não se pode dizer que está tudo sob controle.

–Disse que essa política de tranquilização passou pela aquisição de antivíricos?

–Os antivirais, em concreto o Tamiflu que foi o que foi comprado, não é uma arma médica, nem sanitária, nem farmacológica. Talvez se pudesse usar em pessoas com pneumonias muito graves, mas é um fármaco pouco eficaz. Talvez reduza a duração da infecção gripal de 4-5 dias para 2-3 dias. É muito delicado usá-la como arma preventiva em toda a população. Antes disso seria preciso avaliar tanto a sua eficácia, como os seus efeitos adversos.

– E que efeitos são?

– São potencialmente muito graves. Digestivos e neuropsiquiátricos. No Japão, onde foram administrados a uma grande quantidade de população, foram descritos suicídios muito violentos. Aqui fala-se em dá-lo a grávidas, quando nem sequer sabemos que efeitos têm no feto. Só se pensa em dar, e dar, quando o que é preciso é investigar.

– Acha que houve excesso de expectativas em relação ao perigo da gripe A?

– Houve exagero. Há muita gente interessada em exagerar os riscos da gripe A: todos os que vendem alguma coisa relacionada com ela, desde medicamentos antivirais, até vacinas ou máscaras. A face aparente disto tudo são os meios de comunicação social. Corre demasiada informação não seleccionada, e as pessoas estão intoxicadas.

E porque é que se exagerou?

–Porque estamos perante uma doença que afecta os países ricos. A OMS encontrou nesta gripe uma forma de recuperar o protagonismo perdido, embora ainda seja a entidade mundial com mais autoridade moral. Há 15 anos atrás, era a única instituição que actuava nas políticas sanitárias, mas agora apareceram outras que têm mais recursos. A gripe A é a sua panaceia.

O que julga que vai acontecer com a gripe A, neste Inverno?

– Terá uma repercussão menor que a gripe do Inverno passado, e haverá menos mortos. Tenho muito medo de que os serviços de saúde colapsem devido à política exagerada da Administração. Basta ver os documentos que a Saúde e a Educação elaboraram.

Refere-se ao plano de contingência escolar contra a gripe?

– Sim. Um dos itens diz: “Perante uma criança com sintomas de gripe, será isolada e avisa-se a sua família e as famílias dos seus colegas”. Isto é, os professores vão passar o dia a telefonar para os pais, que deverão abandonar os seus trabalhos e ir à escola buscar os filhos. E mantê-los em casa! Ou isto não se aplica, ou o sistema vai colapsar e, através da escola, pára-se toda a sociedade. É um regulamento impossível de cumprir.»

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Comentários
  1. Carneiro diz:

    Boa tarde

    Vim para desejar um BOM NATAL a todos os Educadores.
    Gosto muito de vir a este cantinho.
    Apareçam no meu espaço de DESENHOS para COLORIR:
    http://pintardesenho.blogspot.com

    Copiem os desenhos, pintem…
    …DIVULGUEM.

    BOM NATAL
    Abraço
    C.

    P.S. – coloquei no meu blog um link vosso.

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